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Dia das mães
Tirando a mega gripe que me pegou de jeito pela 3a vez no espaço de um mês, o dia das mães foi interessante. Recebi vários telefonemas de amigos, ganhei presente (sem ser do marido) e fiquei, mais uma vez, com aquela certeza de que eu não devo ser uma pessoa normal. Estou grávida, são 28 semanas, estamos mais perto do final, mas eu ainda não me sinto mãe. Fiquei feliz com os telefonemas e recadinhos, claro, me senti super "acarinhada", mas achei tão estranho...
Estranho pq eu ainda não me acostumei com a ideia de ser mãe. Ainda não vesti a carapuça. Mas tb, precisei chegar à metade da gravidez pra me sentir grávida! Como eu poderia me sentir mãe assim tão rápido??? Nem peguei a criança ainda, não conheci o rostinho, não amamentei, não dei bronca... Ela está aqui, eu a amo, mas ainda não me sinto mãe. Sei que o momento vai chegar, mas honestamente, no meu coração, meu primeiro dia das mães mesmo vai ser o próximo, com ela no colo, pra eu apertar, morder a bunda e espremer minha filhota até ela pocar. 
Escrito por Bia às 09h27
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Ai, de mim que (não) sou romântica!
Pois é, cheguei a conclusão de que não sou uma mãe romântica. Conversando com uma amiga, tão grávida qto eu, fui falando dos motivos pelos quais eu não tô achando nada mágico essa história e ela confirmando que sentia as mesmas coisas, mas estava em estado de graça. Honestamente, eu até estou gostando de estar grávida agora, me divirto com as mexidas e chutes dela, mas existem vários "contras". Enfim, o objetivo deste post não é reclamar, até pq estou feliz. Mas vejo as outras grávidas escrevendo poemas, sonhando, e blá, blá, blá e eu chamando o kit de tesourinha, escovinha, dosador de remédio, etc. de "kit de bagulhinhos pra ajeitar a criança". Fora a revolta do marido pq eu já comparei a Maitê a um parasita, um alien e chamo de bichinha, coisinha, etc. Isso não quer dizer que não tenha um amor crescendo no meu coração a cada dia, a cada mexida, a cada ultra. Eu só não sou romântica, só isso. Mas pra vcs não acharem que eu tenho um coração de pedra, vou postar aqui o link de uma música que me faz ficar com os olhinhos marejados qdo ouço e penso na minha pequena. Penso no meu marido tb, aí os hormônios entram em ação e eu mostro meu lado manteiga derretida (sim, ele existe). http://www.youtube.com/watch?v=4H5EMR67Dx8 (tentei postar o próprio vídeo, mas o HTML não quis funcionar)
Escrito por Bia às 11h10
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Gaiola
Pesquisando sobre decoração pro quartinho da Maitê, decidi colocar um adesivo na parede. Procurei e encontrei um lindo, de galhos, folhas e passarinhos. No adesivo, tb tem uma gaiola. Aí, hoje, qdo comentei com marido que o adesivo estava pronto e prestes a ser enviado pra nós, ele falou:
Marido: Tem uma gaiola no adesivo, né? Eu: Tem. Pq? Marido: Não acho legal, a gente não deveria ensinar a ela a colocar pássaros na gaiola. Fui conferir o que eu já achava, a gaiola estava vazia, aberta e todos os pássaros estão livres, cantando do lado de fora. Aí, ele ficou tranquilo.
Mas não é fofo da parte dele se preocupar com isso???
Escrito por Bia às 22h44
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Perrengue's day
Ontem, o dia foi, no mínimo, inusitado. Qdo acordei, o plano era rumar para o Parque da Cidade na companhia dos cunhados, sobrinhos e sogra para que os adultos (exceto eu, claro) voassem de parapente. Eu voei há bastante tempo e faria de novo, mas com Maitê ainda incubada não rola. Chegamos lá e o vento não estava bom. A previsão era que ficasse bom aqui e ruim em Maricá. Esperamos e recebemos a notícia de que em Maricá estava legal. Tínhamos uma escolha a fazer: abortar a missão e marcar para outro dia ou rumar para Maricá e tentar voar de lá. Nada poderia ter me preparado para o que estava por vir... Fizemos a fila indiana de carros pra chegar lá e começamos a descer do Parque da Cidade pelo outro lado. Vc não sabia que tinha outro lado? Nem eu! Tem uma estrada de terra que nos leva até Maceió (o daqui de Niterói mesmo, não o de Alagoas ), pertinho do Largo da Batalha. Acho que nem a prefeitura conhece essa estrada, pq era uma buraqueira, já comecei a sacolejar ali. Chegamos em Maricá, na base dos caras lá. Tínhamos que subir o morro, mas o rapaz nos recomendou não levarmos os nossos carros. Mas não disse como era a estrada. Subimos em uma carrocinha, puxada por um trator, a galera do voo, o equipamento, e nós, uma família com 3 adultos, uma idosa, uma grávida de 6 meses, um moleque de 4 anos e um bebê de 3 meses. Tinha outro casal com um filho de 1 ano e meio tb. Maluco... maluco... na boa, foi punk... e estou sendo educada. O tratorzinho subia sem medo de ser feliz, enquanto a gente sacolejava atrás, se segurando em cordas ou um no outro. Meu cunhado era o que estava pior, eu acho, segurando a bebê, me escorando e com o equipamento ameaçando cair por cima dele, enquanto eu segurava a sombrinha pra Marissol não ficar esturricando no sol. Eu achava que tava bom de emoção pro dia, mas era um ledo engano... Lá em cima, fui direto pra única birosquinha que tinha lá. Os rapazes já haviam falado que dava pra almoçar lá. Beleza, já passava de meio-dia, eu já tinha comido todas as frutas que levei na bolsa, tava na hora de almoçar. Birosca não define bem o local. Pagamos (caro, diga-se de passagem) e descemos pra onde estava a comida. Um fogão a lenha, numa cozinha de roça e as panelas velhas em cima com as várias opções de carne. Frango, costela bovina e carne de panela, arroz, feijão, farofa e a saladinha ao lado. Olha... foi a parte boa do dia, sério. Que comidinha booooooa!!! A costela estava divina! Costela com aipim, huuuuuum!! Comi e comi bem, pelo menos isso. Qdo quase todos já haviam saltado, eu e minha sogra(que desistiu de voar qdo chegou lá em cima) precisávamos descer. O instrutor falou que eu poderia descer dirigindo o carro dele, uma Marajó do século 17. Eu disse que faria sem problema, mas o chefe dele (mais experiente e sábio) disse pra um outro rapaz descer dirigindo. Beleza, entramos no carro. Fui pegar o cinto de segurança, peguei, busquei a fivela... cadê? Não tinha. Descemos aquela mesma estrada sacolejante sem cinto e SEM FREIO funcionando direito. O freio só funcionava no pneu esquerdo, o direito continuava derrapando qdo freiávamos. Não, não é legal. Felizmente, chegamos lá embaixo bem e eu admito que não teria sido fácil pra mim descer dirigindo. Ainda ficamos um bom tempo lá na base esperando o povo acabar de voar antes de ir embora. A família, que achava que o programa iria acabar antes de meio-dia (tolinhos), viram que eu tinha razão qdo disse que era programa pra acabar às 15h, pelo menos. Depois disso tudo, a boa era ficar em casa, parados, quietos e foi o que fizemos todos. Cunhados e crianças dormiram aqui e encerramos as aventuras do dia.
Escrito por Bia às 10h25
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Pq eu odeio futebol
Qdo alguém me pergunta qual é o meu time, a minha resposta imediata é: "nenhum, eu odeio futebol." Aí, vc pode pensar: muitas mulheres não gostam de futebol, pq o marido vai jogar e a deixa em casa ou ele morre pro mundo durante o jogo do seu time... enfim, não é o meu caso. Meu marido não joga bola e deixa de assistir vários jogos pra fazer coisas melhores na minha companhia. Mas eu tenho alguns motivos pra não gostar de futebol. O esporte em si não tem culpa, apesar de eu achar um saco assistir. 90 minutos e às vezes ninguém faz um pontinho?! Vôlei e basquete são muuuuito mais dinâmicos e interessantes. Mas o que me incomoda de verdade é o efeito que o futebol hoje causa na sociedade. Vou enumerar pra facilitar: 1- Brasileiro esquece de tudo por causa de uma partida de futebol. A saúde pública jogada às moscas, os transportes estão um caos, a população não é respeitada em inúmeras esferas, mas o que o brasileiro tá preocupado mesmo é como anda seu time na Libertadores ou no Brasileirão. 2- Copa sempre cai em ano de eleição, ou seja, o brasileiro só começa a pensar em quem vai votar depois de ver o Brasil ganhar ou perder a competição. Ah, mas é o evento mais importante do futebol mundial!! Bela bosta! O evento mais importante deveria ser a eleição, a preocupação deveria ser em colocar gente séria lá em cima. Mas o povo tem os governantes que merece. E o povo não sabe votar por outros inúmeros motivos, o futebol só piora a situação. 3- Não consigo gostar de um esporte em que um jogador ganha em um mês o que eu levaria 20 anos pra ganhar. Não é inveja, eu não preciso de um salário de R$720.000 pra viver. Mas cara, tem médico ganhando R$1.800, tem professor ganhando R$750,00 ou até menos! Vai me dizer que o papel do jogador de futebol na sociedade é mais importante e relevante que o papel de um médico ou um professor?? Isso, sem mencionar outros profissionais tão importantes qto esses dois, mas que tb recebem um salário de miséria e correm de um emprego para o outro ao longo da semana pra colocar comida em casa. Eu sei que a maioria dos jogadores não ganha esse salário exorbitante, mas o fato de existirem alguns já é o suficiente pra questionar minha fé na humanidade. 4- Essa copa no Brasil está sendo uma excelente desculpa pra várias pessoas, políticos ou não, encherem o bolso de dinheiro público. Hoje, no Bom dia, Brasil, enquanto se falava da votação da Lei da Copa, o deputado Chico Alencar (PSOL) fala da sua preocupação qto aos gastos com a Copa, já 47% acima do previsto e a resposta de um dos líderes do PT é: "Ah, a oposição fala mesmo, né? O Brasil vai fazer uma linda Copa, só falta ganhar." E falou sorrindo, quase com um ar de deboche, pq sabe que o povo realmente tá mais preocupado com o futebol do que com a política! E sabe que desde que o Brasil ganhe esta Copa, o povo não vai reclamar de nada, vai ficar todo mundo mais feliz que pinto no lixo. "Tô internado numa maca no corredor do hospital por falta de leito, não tem o remédio que eu preciso, mas o Brasil ganhou, tô feliz!" Vc pode falar dos jogadores que aproveitam sua influência para criar projetos sociais, que o futebol tira meninos e meninas de uma vida de desesperança e tal e isso não deixa de ser verdade. Na minha opinião, esse jogadores não estão fazendo mais que sua obrigação como cidadãos e são, sim, exemplos positivos, mas tb são minoria. Enfim, não dá, é mais forte do que eu, não consigo gostar do esporte que é a "preferência nacional". Vc pode discordar, vc pode argumentar, tudo bem. Vc tem esse direito e eu vou respeitar a sua opinião. E não vou dizer que é impossível eu mudar a minha, mas vai ser bem difícil...
Escrito por Bia às 08h39
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21 semanas de gravidez, ou seja, já passamos da metade. Acho que o mais engraçado é que só agora estou me sentindo realmente grávida. Até pq antes, só me sentia mal. Agora a barriga despontou de vez, não recebo mais olhares zangados das velhinhas na fila preferencial (talvez ainda receba um pouco) e já dá pra sentí-la mexer mais forte. Achei que fosse a mãe mais desnaturada do mundo por não ter caído a ficha, mas vi que não sou a única. A Rafa, do blog Livrinho, tb está passando pelo mesmo que eu. A ficha ainda está caindo, sabe? Não sei nem explicar direito, mas essa é a frase que melhor define mesmo: a ficha ainda está caindo.
Acho que o melhor exemplo é o que aconteceu hoje, no estacionamento do Hortifruti. (Contei no FB) Coloquei as compras no porta-malas, fechei e tentei passar entre a árvore e o carro pra chegar até a minha porta. Era um espacinho que dava pra passar antes, nem pensei, só fui. Não deu. Tentei encolher a barriga, ela não encolheu. Aí eu me dei conta de que não conseguiria passar e fiquei rindo sozinha enquanto dava a volta na árvore. Mas é isso, agora, depois de 21 semanas, já na segunda metade da gravidez, posso falar feliz: estou grávida!! 
Escrito por Bia às 20h32
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Tenho uma amiga que tem um filhinho fofo demais. Qdo ele era mais novinho, estávamos conversando e ela falou: "Gente, rezei tanto, pedi a Deus uma criança cheia de saúde e energia... Meu Deus, meu filho não para quieto!" Rimos muito. Mas fiquei com aquilo na cabeça, sabe? Qdo comecei as tentativas pra engravidar, comecei a orar tb, por várias coisas, inclusive pedindo uma criança calma, hehehe. Bem, Maitê está aqui dentro, né? E já dá pra sentí-la mexer, mas ela é tão devagar, hehehe. Ainda não mexe o dia inteiro, me deixa dormir... Ontem, mexeu só depois do almoço e passou o resto do dia quietinha. Como não tem nem uma semana que comecei a sentir, ainda não percebi um padrão nela, mas ontem fiquei até meio preocupada. Agora de manhã, ela está aqui, mexendo, mas nada de chutes violentos, só umas tremidinhas. Não sei como vai ser aqui fora, mas tô achando que Deus respondeu sim às minhas orações, hehehe.
Escrito por Bia às 09h52
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A novidade é que sinto a Maitê mexer aqui dentro todo dia. Uma coisa é verdade, é ótimo sentir que ela está aqui. Se está mexendo, é pq está crescendo forte, saudável, tudo que uma mãe espera. Lindo! Só um detalhe: não é gostoso, não... na boa, é estranho, parece que tem um pum preso dentro de mim que se recusa a se direcionar para o portão de saída. É incomôdo. Aliás, a gravidez é um período bem paradoxal. Pq se foi desejada, planejada é um objetivo alcançado, então é bom, claro! E saber que tem um bebê engoradando e ficando todo gostosinho dentro de vc é maravilhoso! Mas as sensações não são tão legais. Todo o mal estar, a sede constante, a fome... a fome é um capítulo a parte: ela é profunda, contundente, um vazio existencial, é angustiante! Parece que se não comer alguma coisa imediatamente, a morte é certa. Fora os enjoos, que tod mundo falou: vai passar! Eles melhoraram, diminuíram, mas passar, necas. Mas tá bom. A gravidez está tranquila, sem problemas graves, Maitê cresce perfeita e vai ser a bebê mais gostosa do universo! Ê, mãe coruja começa cedo...
Escrito por Bia às 10h26
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Ontem, fiz uma coisa diferente (pelo menos pra mim). Fui à igreja de manhã, pois era o batizado da minha sobrinha. Numa dessas coisas que Deus faz, o pregador da manhã era o Pr. Marcelo Gualberto, o que me deixou bem animada. Mas o culto foi além das minhas expectativas, foi muito emocionante mesmo. Passei o culto todo prendendo o choro (muito mal e porcamente), pra não borrar o rímel, hehehe. Se estivesse de cara limpa, teria chorado como mocinha de novela mexicana. Uma das muitas histórias contadas por ele me fez lembrar de uma época decisiva na minha vida. Um momento em que questionei tudo em que sempre havia acreditado, questionei o meu Deus e a minha fé. Foi o momento em que tive vontade de esquecer que conhecia a Deus, sair da igreja, cortar contato com os amigos, tudo, esquecer. Não era algo dentro da igreja que me levava a isso, mas era algo de fora que me atraía e eu não conseguia entender pq não podia ter os dois. Então, pensei em sair, quis sair, mas não tive coragem. A coragem me faltou não porque eu não a tive. Faltou pq Deus me tomou nos seus braços com tanto amor, com tanta compreensão e carinho, que não deu pra me esconder dEle. Uma amiga me disse que estava orando por mim e Deus havia lhe dado um texto pra ler pra mim. O texto foi este: "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão." (João 10:27,28) Esse texto foi falado ontem, no batismo da minha sobrinha e me trouxe à memória tudo isso. Principalmente, pq depois de ouvir o texto acima, cheguei em casa e fui conversar com a minha mãe sobre o significado de tudo que eu estava passando. Qdo falei sobre o texto, sobre o qto Deus me queria por perto, ela sorriu e disse: "A culpa é minha... pq no dia em que te apresentei na igreja, eu não estava te apresentando às pessoas, eu estava te apresentando única e exclusivamente a Deus." Então, ontem, enquanto a Marissol era batizada e eu tocava minha barriga aumentada pela existência da minha própria filha, eu chorava pq desde o ventre eu já estava consagrando a Maitê a Deus, pra que Ele a envolva de amor como fez e faz comigo, pra que Ele a direcione em cada passo que ela der, pra que ela saiba, desde pequena, identificar a voz do Deus que a criou e a amou antes mesmo dela existir. Aquele foi um momento crucial, mas não foi o único em que pude ver a mão de Deus me mostrando o caminho. Muitas vezes, me vi fazendo coisas diferentes do que o meu coração desejava, mas que era o que Deus estava me dizendo pra fazer, mesmo sem entender o porquê. Hoje, olho pra trás e entendo tudo! Sei porque Ele me direcionou em cada decisão, para que eu chegasse onde estou, pra que tivesse a vida que tenho e pudesse ser realmente feliz. Sei que terei outras decisões importantes a tomar, tenho muita vida pela frente, mas sei que Ele estará a minha frente, mostrando o caminho.
Escrito por Bia às 11h27
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Então, estou com virose. Começou com uma dor de cabeça na madrugada de domingo pra segunda. Fiquei quieta em casa até a hora de ir pro trabalho, qdo me dei conta de que além da dor de cabeça, tb estava com febre. Liguei pra escola e pra médica. Hoje, terça, piorei. A médica pediu um exame de sangue pra ver se era dengue (já que os sintomas batiam perfeitamente). Desci pra ir ao Banco 24h sacar o dinheiro da diarista. Em frente à máquina, foi ficando tudo preto, as pernas foram falhando... larguei o saque no meio, saí andando tentando não desmaiar no meio da rua e chegar acordada até o sofá da portaria do meu prédio. Ali, comecei a orar. Bateu um desespero, um medo de ser algo que pudesse causar algum problema na minha filha, sabe? Marido chegou, me colocou no carro para irmos à médica e ao laboratório. Orei o caminho todo. Saindo do laboratório, tinha uma senhora e a filha saindo junto comigo. Entramos no elevador e eu comecei a passar mal de novo, quase desmaiando. Ela ficava me olhando, chegava a me incomodar. Logo pensei "Povo curioso, não pode ver alguém passando mal que quer ver o que é..." Saí do elevador procurando o marido, escorei na porta do prédio e avisei que ia desmaiar. Voltei pra dentro do prédio e sentei na primeira cadeira que vi. Marido me segurou e fiquei ali. Reparei que qdo não sai do prédio, a mulher do elevador parou na porta e não foi embora. Maluco, fiquei bolada!! De repente, ela vem até mim e fala:" Eu estava no elevador com vc e Deus me mandou te dizer Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará. Ele disse pra vc confiar nEle, pq Ele está no controle de todas as coisas, não precisa se preocupar. Deus te abençoe." Se despediu e foi embora. Nisso, eu já estava aos prantos, marido nem tava entendendo pq. Expliquei o medo que tinha, o tanto que orei pela manhã, que aquela mulher estava sendo usada por Deus pra me tranquilizar.
Mais uma vez, pude ver a mão de Deus sobre a minha vida, o seu cuidado comigo. Já no fim do dia, peguei o resultado do exame de sangue e liguei pra médica, que descartou a dengue, graças a Deus. É uma virose, preciso de repouso mesmo, estou quietinha, mas com o coração tranquilo, sabendo que nada foge do controle de Papai.
Escrito por Bia às 22h10
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2o trimestre, seu lindo!
Bem, agora que contabilizo quase 15 semanas de gravidez, finalmente os enjoos melhoraram (95%), o cansaço diminuiu (mas não completamente) e meu humor tb melhorou. Tudo bem que foi bem na hora de voltar a trabalhar (e esse retorno tá me dando estresse suficiente até fim do ano), mas é melhor assim.
Com isso, confesso, às vezes, até esqueço que estou grávida. Questão de minuto, não pretendo ser uma mãe desnaturada. Mas não tenho mais o mal estar constante, a barriga ainda parece uma pancinha de verme e ainda não sinto a pimpolha mexer, então não é tão óbvio, sabe? Mas algumas coisas não me deixam esquecer, uma delas é: qdo me abaixo, sinto que tem algo dentro da minha barriga que não dobra junto com o resto do corpo, parece uma placa de metal! Meu corpo tb está completamente diferente, marido anda contente com a comissão de frente, tanto que quer tirar uma foto pra mostrar pro cirurgião plastíco depois e pedir "faz assim".  Enfim, estar grávida até que já não é tão ruim. Vamos ver até quando essa "lua-de-mel" com ela vai durar...
Escrito por Bia às 09h48
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Férias
Então, estou de férias. Na verdade, nos útlimos dias delas. Mas essas foram férias bem atípicas, acabei fazendo NADA. Nos primeiros 15 dias, eu estava morgada, mega enjoada, mole, etc,etc. E agora, nas duas últimas semanas, tudo aconteceu: minha sobrinha nasceu, meu sogro internou, marido trabalhando, ainda um leve mal estar pela gravidez, casamento... fiquei por conta, né?! Então, hoje, faltando 5 dias pras férias acabarem, eu acho que vou conseguir ir à praia. Eu acho. Obs: acabei de receber o telefonema que confirmou minha ida à praia!!!! UEBA 
Vou tentar aproveitar esse restinho de férias que me resta, antes de voltar à labuta.
Escrito por Bia às 10h26
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O sexo do bebê
Antes de pensar em engravidar, eu olhava pras meninas e achava a coisa mais meiga do mundo. Marido sonhava com um menino pra jogar bola e ir ao Maracanã. O clássico. Qdo começamos as tentativas, todas as preferências foram por água a baixo. Pode parecer clichê, mas foi assim mesmo. Só queríamos engravidar, o que viesse era lucro. E eu estava começando a olhar pros meninos com outros olhos, sabe? As blusinhas polo, os mini-tênis transadinhos... Enfim, estava me afeiçoando à ideia de ser mãe de menino. Isso pq eu tinha certeza de que meu primeiro filho seria menino. CERTEZA!!! ABSOLUTA!!! Aliás, qdo engravidei, tinha tanta certeza que nem estava com pressa de fazer a ultra ou o exame de sangue. MInha mãe estava em cólicas pra saber e eu neeem aí. Qdo descobrimos que meu sogro estava com câncer, começamos a levar em consideração a ideia de fazer a sexagem fetal (exame de sangue) pra saber logo o sexo de Azeitona (apelido carinhoso do filhote). Então, fizemos. Eu estava em casa e resolvi olhar o site do laboratório pra ver se o resultado já havia saído. Precisei ligar pra lá, pq minha senha não entrava. A moça deu jeito e pude acessar daqui de casa. Abri o exame e uma janelinha do mal, pesquisa de satisfação, apareceu em cima do resultado. Aff. Fechei a janelinha e comecei a ler o exame. Estava lá: "Sexo: Feminino" Lerda do jeito que estou por causa da gravidez, pensei por um segundo: "Sim, meu sexo é feminino. E o do bebê?" No segundo segundo, caiu a ficha e vi que feminino era o sexo do MEU BEBÊ!!! Levei um susto, desses que nos faz ficar sem ar, sabe?? Parei de respirar! Enquanto os olhos se enchiam, eu fiquei ali, completamente atônita, sem saber o que fazer ou pensar. Qdo voltei, liguei imediatamente pro marido, que ficou super feliz com a notícia. Então, é isso, Azeitona é uma menina! Meu mundo ficou cor-de-rosa! 
Escrito por Bia às 12h50
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Momento mágico
Dizem que a gravidez é o momento mais mágico da vida de uma mulher. Se Padre Quevedo pudesse engravidar, diria: MENTIRA!! Porque se mágica se define por mal estar constante, enjoos, moleza crônica, pressão sanguínea baixa, sede constante e vontade de ficar o dia todo jogada no sofá, eu não gosto de mágica! Na verdade, esse começo de gravidez é uma situação super esquisita. Vc sabe que está grávida, mas não não tem nenhum bom sinal disso. Não tem barriga, não tem bebê mexendo, enfim, só tem a parte ruim já citada. Só dá pra saber que todo esse mal estar é fruto de uma coisa boa qdo a gente faz uma ultra. Aí, vc vê que tem um motivo lindo pra tudo isso e por alguns dias tudo faz sentido. Depois, a emoção da ultra passa e fica só o mal estar de novo, até a próxima ultra. O que todo mundo diz é que vai passar. Depois de 12 semanas, tudo fica realmente mágico. Estou entrando na 13a semana e aguardando ansiosamente pela magia. Os enjoos e a moleza melhoraram, mas não completamente. Vamos ver no que vai dar...
Escrito por Bia às 11h53
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Escrito por Bia às 08h38
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