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Férias

Então, estou de férias. Na verdade, nos útlimos dias delas. Mas essas foram férias bem atípicas, acabei fazendo NADA. Nos primeiros 15 dias, eu estava morgada, mega enjoada, mole, etc,etc. E agora, nas duas últimas semanas, tudo aconteceu: minha sobrinha nasceu, meu sogro internou, marido trabalhando, ainda um leve mal estar pela gravidez, casamento... fiquei por conta, né?! 

Então, hoje, faltando 5 dias pras férias acabarem, eu acho que vou conseguir ir à praia. Eu acho. 

Obs: acabei de receber o telefonema que confirmou minha ida à praia!!!! UEBA


Vou tentar aproveitar esse restinho de férias que me resta, antes de voltar à labuta. 



Escrito por Bia às 10h26
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O sexo do bebê

Antes de pensar em engravidar, eu olhava pras meninas e achava a coisa mais meiga do mundo. Marido sonhava com um menino pra jogar bola e ir ao Maracanã. O clássico. 

Qdo começamos as tentativas, todas as preferências foram por água a baixo. Pode parecer clichê, mas foi assim mesmo. Só queríamos engravidar, o que viesse era lucro. 

E eu estava começando a olhar pros meninos com outros olhos, sabe? As blusinhas polo, os mini-tênis transadinhos... Enfim, estava me afeiçoando à ideia de ser mãe de menino. Isso pq eu tinha certeza de que meu primeiro filho seria menino. CERTEZA!!! ABSOLUTA!!!

Aliás, qdo engravidei, tinha tanta certeza que nem estava com pressa de fazer a ultra ou o exame de sangue. MInha mãe estava em cólicas pra saber e eu neeem aí.

Qdo descobrimos que meu sogro estava com câncer, começamos a levar em consideração a ideia de fazer a sexagem fetal (exame de sangue) pra saber logo o sexo de Azeitona (apelido carinhoso do filhote). Então, fizemos.

Eu estava em casa e resolvi olhar o site do laboratório pra ver se o resultado já havia saído. Precisei ligar pra lá, pq minha senha não entrava. A moça deu jeito e pude acessar daqui de casa. Abri o exame e uma janelinha do mal, pesquisa de satisfação, apareceu em cima do resultado. Aff.

Fechei a janelinha e comecei a ler o exame. Estava lá: "Sexo: Feminino" Lerda do jeito que estou por causa da gravidez, pensei por um segundo: "Sim, meu sexo é feminino. E o do bebê?" No segundo segundo, caiu a ficha e vi que feminino era o sexo do MEU BEBÊ!!! 

Levei um susto, desses que nos faz ficar sem ar, sabe?? Parei de respirar! Enquanto os olhos se enchiam, eu fiquei ali, completamente atônita, sem saber o que fazer ou pensar. Qdo voltei, liguei imediatamente pro marido, que ficou super feliz com a notícia. 

Então, é isso, Azeitona é uma menina! Meu mundo ficou cor-de-rosa!

                                               

 


 



Escrito por Bia às 12h50
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Momento mágico

Dizem que a gravidez é o momento mais mágico da vida de uma mulher. Se Padre Quevedo pudesse engravidar, diria: MENTIRA!! 

Porque se mágica se define por mal estar constante, enjoos, moleza crônica, pressão sanguínea baixa, sede constante e vontade de ficar o dia todo jogada no sofá, eu não gosto de mágica! 

Na verdade, esse começo de gravidez é uma situação super esquisita. Vc sabe que está grávida, mas não não tem nenhum bom sinal disso. Não tem barriga, não tem bebê mexendo, enfim, só tem a parte ruim já citada. Só dá pra saber que todo esse mal estar é fruto de uma coisa boa qdo a gente faz uma ultra. Aí, vc vê que tem um motivo lindo pra tudo isso e por alguns dias tudo faz sentido. Depois, a emoção da ultra passa e fica só o mal estar de novo, até a próxima ultra.

O que todo mundo diz é que vai passar. Depois de 12 semanas, tudo fica realmente mágico. Estou entrando na 13a semana e aguardando ansiosamente pela magia. Os enjoos e a moleza melhoraram, mas não completamente. Vamos ver no que vai dar... 



Escrito por Bia às 11h53
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 Pregnancy Ticker



Escrito por Bia às 08h38
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Perdas e Ganhos

2011 foi um ano diferente. Se eu tivesse que dar um nome a ele, teria que plagiar Lya Luft e chamar 2011 de "Perdas e Ganhos". Não foi um ano ruim, eu acho, mas foi um ano cheio. Começamos planejando uma viagem, veio a obra, moramos 4 meses na casa da minha mãe. Obra gera estresse, muito estresse, não é legal. Mas o resultado é bom e vale a pena. A viagem planejada aconteceu, em meio a correria da mudança de volta pra casa e foi corrida tb, mas foi maravilhosa.

A melhor parte do ano, claro, é terminá-lo grávida (afinal, esse era o propósito da obra e da viagem). Esses fatos, podemos considerar como os "Ganhos".

Mas a parte das perdas... foi caprichada... foram perdas grandes. Algumas esperadas, outras nem um pouco. Não me lembro de ter ido tanto a cemitérios como neste ano. Mas as mais pesadas aconteceram agora no fim do ano. Em outubro, minha avó. Exatamente 1 mês antes de eu descobrir que estava grávida. E ela era a pessoa pra quem eu mais queria dar esta notícia, sabe? Mas Deus já havia me dado o presente de tê-la por perto no meu casamento, não posso reclamar. Ela estava pronta e eu estava pronta pra dizer até logo. Foi assim, doce despedida.

A segunda, essa sim, foi o susto, a surpresa ruim. Eu trabalhei 5 anos em uma escola e construí uma amizade linda lá. Ela era mais velha que eu, tinha em torno de 50 anos e era uma das pessoas mais divertidas que já conheci na vida. Impossível ficar sério perto dela. Nosso carinho era tão grande, que ela dizia que eu era sua filha. Eu e a filha (legítima) nos chamávamos de "irmã gêmula" (apesar de a gente não ter nada a ver uma com a outra).

No início de mês, fiquei sabendo que ela não estava bem, estava internada com um "problema gástrico" e fui até visitá-la no hospital. Contei da gravidez, mas ela parecia em outro canal, talvez pelos remédios pra dor. Ontem, pensei nela à tarde e pensei em ligar pra irmã gêmula pra ter notícias. Não precisei. Irmã gêmula me ligou pra contar que ela havia falecido naquela manhã. Era câncer.

Penúltimo dia de 2011 eu comecei me despedindo de alguém que amava muito. Enquanto escrevo, ainda choro um pouquinho. De saudade, de lamento, de uma poltroninha especial do meu coração que ficou vazia.

Além disso, ficamos sabendo que outra pessoa amada e querida vai começar a sua própria batalha contra essa doença. Que Deus lhe dê forças.

Não sei dizer o saldo de 2011. Com certeza, tive a notícia mais maravilhosa da minha vida, mas as perdas foram consideráveis. Talvez pense assim por estar tudo ainda muito fresco, muito recente. O tempo dirá se o saldo foi positivo ou negativo. Agora, não sei fazer essa conta.



Escrito por Bia às 20h11
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Sou dois!

A internet, nos dias de hoje, é a janela da casa de muita gente. As pessoas se expõem até demais. Acho que por isso eu não havia contado aqui que estava tentando engravidar. Quem estava por perto sabia, mas escolhi não colocar aqui, por medo de demorar ou de não dar certo, sei lá.

No fundo, a gente sempre acha que vai engravidar de primeira. Eu achei. No primeiro mês, senti meu corpo mudar como nunca. Jurava de pé junto que estava grávida! Não estava. E isso me deixou meio apreensiva. Percebi o quanto a nossa cabeça influencia no que a gente sente no corpo. Resolvi que não queria esquentar a minha cabeça. ia fazer a minha parte e me preparar psicologicamente pro caso de não terminar o ano grávida, afinal tanta gente leva 4, 5 meses ou até mais pra conseguir o tão sonhado "positivo".

No segundo mês, estavam todas as mudanças lá, mas dessa vez pensei: "Cara, tô muito doida mesmo..." Tive um furúnculo no joelho, tomei até antibiótico. Falei com o médico que até poderia estar grávida, mas achava que não, então vambora. Fiquei esperando a "dita cuja" descer e... nada. 4 dias de atraso, resolvi fazer um teste de farmácia. Enquanto esperava, fiquei olhando pro celular, sem nem querer olhar pro palitinho. Mas ela estava lá, a segunda listra, forte, pra não deixar dúvida. Eu estava grávida!!!

Estava não, estou, hehehe. E quero registrar aqui o que for acontecendo. Vou tentar não tornar esse o monoassunto do blog, mas não faço promessas, pq é meio o que ocupa a minha mente agora. E eu e meu pimpolho ou pimpolha estamos muito bem, obrigada. Quero dizer, a criança tá ótima, eu já não posso dizer o mesmo. Ô, coisinha difícil esse lance de gravidez!! Nunca me contaram! Mas isso é assunto pra outro post.



Escrito por Bia às 20h41
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Esses dias, presa em um engarrafamento, parei pra pensar na minha vida. No rádio, coloquei um CD do Flávio venturini. Quando começou a tocar "Linda Juventude", parei pra prestar atenção. Sempre gostei demais dessa música e aquele verso que diz "Nossa linda juventude, páginas de um livro bom" sempre me tocou de maneira especial. Mas dessa vez, me senti diferente. Foi estranho, não me emocionei como de costume. Vc pode pensar que eu acostumei com a música, mas acho que é outra coisa. Não me tocou pq eu não me sinto mais jovem.

Calma, não me sinto velha, nem estou fazendo drama. Mas não me sinto mais jovem mesmo, me sinto adulta. Me sinto exatamente com a idade que tenho, 31 anos. Uma amiga da mesma idade falou que se sente mais nova e leva um susto toda vez que se dá conta dos anos vividos. Eu não, tenho 31 anos e me sinto com 31 anos.

Aí, pensando, me dei conta de como tudo na minha vida até hoje aconteceu na hora certa. Não pulei etapas, não fiz coisas de adulto na adolescência, não fiz coisas de criança na juventude, tudo aconteceu na época certa (na minha opinião, claro).

Talvez seja por isso que eu olhe pra minha carteira de identidade e a data de nascimento não me assuste. Está sendo tudo bem vivido, tudo no seu tempo, no tempo que Deus quis pra mim. Mesmo que nem sempre eu tenha concordado com Ele de imediato, posso olhar pra trás e me dar conta de que Ele estava certo e eu estava errada.

E tudo isso é só o começo! Ainda tenho mais da metade da minha vida pra viver, novas experiências, novas sensações, novos lugares! Não estou me dando conta disso porque o fim de ano pede, mas porque esse olhar analítico se faz necessário de vez em quando. Ah, e porque eu gosto mesmo da minha filosofia de banco de carro, rs.



Escrito por Bia às 10h57
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Silêncio

Meu silêncio tem motivo. A espera, apesar de diferente, ainda é real.  Em breve, tudo se esclarecerá.



Escrito por Bia às 10h01
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Cara de fresca

É, eu tenho cara de fresca. Eu não sei por que, mas tenho. Pelo menos, essa é a idéia que as pessoas que não me conhecem têm de mim. Pra falar a verdade, até as que me conhecem acham isso, mas é meio sem fundamento. Frescura todo mundo tem um pouco, eu não sou um ser evoluído que não tem frescura nenhuma, mas sou beeeem menos fresca do que aparento.

Por causa disso, resolvi fazer uma listinha de coisas que já fiz ou sou capaz de fazer e que ninguém acreditaria.

1- Pego qualquer bicho na mão (exceto barata, claro). Fora a nossa amiga cascuda, já peguei vários outros insetos, aranhas, cobras, morcegos, minhocas, sanguessugas, sapos, peixes e muitos outros bichinhos considerados nojentos pelas pessoas normais. Eu os acho lindos!

2- Em visita à comunidade indígena lá na Amazônia, comi e bebi praticamente tudo que me ofereceram: manissoba (caldo de peixe apimentado), carne de tartaruga, biju, chibé... Marido não experimentou nada e ficou com cara de nojinho. Eu fui elogiada pelas indígenas porque, mesmo sendo branca, comi da comida deles.

3- Acampei muito nessa vida, com direito a banho gelado com a agradável temperatura de uns 10oC lá fora. Não vou dizer que lavei tudo, mas lavei tudo que precisava ser lavado.

4- Mesmo tendo sido criada em escola particular, nunca me recusei a comer nas escolas públicas que trabalhei. Várias “tias” da merenda falam que tem professor que não come (tem até aluno que não come). Não sei por que, já que em todas as escolas em que trabalhei, a comida era super bem feita e muito saborosa.

5- Outro dia, tive um furúnculo na perna. Botei compressa e na hora de estourar e espremer, que fez?? Eu mesma, ué? Dói? Dói, mas tem que fazer, eu faço.

6- Qdo eu tinha 15 anos, tive o primeiro furúnculo no joelho (é, não sou novata nessa história...) o médico disse que seria necessário abrir. Mas, olha que gostoso, anestesia não pega! Então, éramos eu, o médico, a tesourinha e o bisturi, ali juntos. E foi. E não morri.

7- Qdo cheguei à primeira escola pública em que trabalhei, lá na Penha, Zona Norte do Rio, até os professores acharam que eu não duraria 1 mês. Fiquei lá por 5 anos e só saí por outra oportunidade. Eles também achavam que eu não participaria de nenhum evento, churrasco, nada, porque, segundo eles, eu não iria “me misturar”.

É por essas e outras que já escutei muitas vezes alguém me falar que não foi com a minha cara ou que me achou nojenta qdo me conheceu, mas que depois viu que eu era legal.  Muitas vezes tb ouvi “Quem diria, você fazendo isso?!”

É, eu faço tudo isso que eu falei. Tenho mais histórias de “não-frescura” pra contar, assim como tenho as de frescura tb. Mas sou muito menos fresca do que meus olhos azuis e meus cabelos loiros denunciam.

 



Escrito por Bia às 15h04
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Oi?

Hoje, sentada no salão fazendo as unhas, escutei um diálogo que me deixou com cara de "cuma?". Cara essa que tive que disfarçar, pq ia pegar mal. A recepcionista do salão e uma das manicures conversavam sobre os pedreiros gatinhos das obras aqui do entorno. Pra entender melhor, um fato: ambas são negras.

Manicure: Eu não beijo preto de jeito nenhum! (CUMA???)

Recepciontista: Ah, eu tb não! Deus me livre! Não é que eu seja racista, mas não combina comigo! (CUMA ao quadrado???)

Desde quando gente tem que "combinar"??? O que a gente combina com a cor da pele é roupa e esmalte!!!

Eu poderia escrever um texto enorme sobre o racismo velado (ou explícito) que temos no Brasil, mas ainda estou sem entender direito o que aconteceu. Se vc souber, me explica??



Escrito por Bia às 16h03
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Hoje, o mundo ficou mais triste e o céu ficou mais feliz. Minha vozinha faleceu, aquela que tinha medo de eu virar sapatão (se não lembra, clique aqui). Mas sobre ela, vale muito mais a pena falar da vida do que da morte. Era uma mulher forte, "como toda mulher da família Bárbara", ela dizia. Criou 4 filhos homens, foi o suporte da vida e do ministério do meu avô, Rev. Daniel Bomfim e sempre teve muito amor para dar aos netos e bisnetos. 94 anos bem vividos e bem utilizados para a glória de Deus.

Era uma mulher de oração, de imensa sabedoria e estava sempre disposta a ouvir e a aconselhar. Se preocupava com os netos como se fosse a mãe, queria nos ver todos casados e encaminhados na vida. Quase conseguiu, ficaram faltando apenas 3. Pegou no colo 14 bisnetos e só lamento o fato de que ela não conhecerá os meus filhos. Falava dos netos e bisnetos com tanta doçura, que dava gosto sentar pra ouvir.

Há alguns meses, fui visitá-la e no meio da conversa, ela me contou a seguinte história: Eu e meus primos sempre passávamos as férias na casa da vó. Era o dia todo brincando! Ela dava comida, banho, amor, bronca, ficava por conta da molecada. Meu avô, vendo a trabalheira que a gente dava, perguntou: "Honey, vc não fica cansada de cuidar das crianças?" Ao que ela, docemente, respondeu: "Não, felicidade não cansa."

Posso falar que acho fofo os meus avós se chamarem "Honey"?

Enfim, essa era a minha avó. É por isso que sei que se estamos tristes aqui em baixo, no céu hoje é dia de festa. Ela está agora nos braços do Pai, do Deus que ela amou e serviu por toda a vida.

Eu poderia contar inúmeras histórias engraçadas, bonitas, felizes sobre a minha avó, mas vou guardá-las no meu coração. Quem sabe, de vez em qdo não aparece aqui a oportunidade de contar um pouquinho? Pra que ela esteja sempre viva no meu coração.

Tchau, vó. Dá um beijo no vô por mim.

 



Escrito por Bia às 21h40
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Tecla SAP

Fiquei em casa neste domingo e não fui à igreja, graças a um leve mal estar. Sem nada pra assistir, larguei a TV no Faustão, pq estava no PC. De repente, entra um cara e o Faustão começa a falar com ele. Na boa, não dava pra entender uma palavra do que o cidadão dizia. Parecia outra língua!! Qdo ia comentar isso com marido, o Faustão manda: "Liga a tecla SAP!" Fui obrigada a rir, pq não sbia que Faustão lia mentes, hehehe.



Escrito por Bia às 19h18
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Veludo vermelho

Eu nunca tinha ouvido falar em Red Velvet, mas, aparentemente, é uma receita de bolo bem comum nos EUA. A massa é vermelha e eles recheiam com cream cheese, fica um "negósso di loco"!! Eu comi pela primeira vez mês passado, em NY, se não me engano, na forma de cupcake. E gostei muito, não sei se deu pra perceber.

Enfim, estava eu vendo TV outro dia e alguém mencionou o tal Red Velvet. Pronto, passei o resto da noite aguando, cobiçando e desejando a maravilha vermelha. Cheguei a postar no Facebook. Ni qui eu postei, a Lili me avisou: tem no Starbucks!! No dia seguinte, rumei para o Plaza Shopping pra ver a mais nova aquisição do chóps. Estava lá, linda, perfumada, vitaminada e proparoxítona, a primeira filial do Starbucks em Nikity.

Não tinha cupcake ou bolo, o que nem achei ruim, pq não posso comer esse tipo de coisa mesmo, então qto menor a porção, melhor. Era um negocinho chamado Whoppie pie, parecia um biscoito recheado, mas matou direitinho a minha vontade de comer Red Velvet. Fiquei feliz!

Aí, hoje, estou eu aqui em casa, de bobeira, assistindo Two and a Half Man e um dos personagens fala de novo desse trem! Assim não dá! Vou ter que parar de assistir séries e passar a assistir novela!!! O que faço com essa vontade???

 

Tirei essa foto deste blog: http://cinarasplace.blogspot.com . Ó, que bonitinho!



Escrito por Bia às 19h56
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Greve

Greve é um saco, fato. Complica a vida de todo mundo! Bancos, correios, escolas... não importa, atrapalha. Mas o que mais me dá raiva é esse povo que fica falando mal da greve sem saber da situação toda. E como o facebook ajuda às pessoas a falarem de tudo, coisas boas e besteiras fenomenais, temos sempre exemplos desse tipo de coisa.

Na época das greves das escolas, vi alunos reclamando da falta de aulas, falando mal dos professores! O que esses alunos não sabem é que professor não faz greve só por salário, mas na pauta de reinvindicações SEMPRE tem questões pedagógicas e estruturais, ou seja, professor faz greve querendo melhoria nas condições de trabalho (e, obviamente, nas condições de aprendizagem dos alunos) e pedindo obras nas escolas. E mesmo que fosse só por salário: professor que ganha bem pode ter menos empregos e se dedicar mais a cada turma, melhorando também a qualidade das aulas. É tão difícil de entender assim??

Agora, a moda é reclamar dos bancos. Tem até foto rolando no FB. Olha essa:

Na boa, quem curte esse tipo de comentário não tem nenhum parente ou amigo trabalhando em banco. Pq quem tira 10 minutos pra conversar com algum bancário, vê que o que eles passam lá dentro. Tá, estão no ar condicionado, quem me dera, não se sujam, blá, blá, blá. Mas sofrem com cobranças absurdas de metas incumpríveis (se é que essa palavra existe), com um sistema que os impede de fazer o que o cliente precisa e claro, lidam com clientes revoltados e mal educados que não conseguem entender que, muitas vezes, o funcionário está de mãos atadas, não é má vontade. Outra coisa, banco funciona de 10h às 16h, mas isso não significa que o cara entre e saia de lá nesse horário. Ele trabalha 8h, como todo mundo, e nem sempre ganha hora extra, ganha um banco de horas que ele nunca pode utilizar, adianta?

Enfim, eu poderia ficar aqui falando de todas as dificuldades que os trabalhadores passam, todo mundo tem suas mazelas, mas acho uma falta de respeito absurda qdo as pessoas olham apenas para o próprio umbigo e ficam reclamando de greve, qdo na verdade morrem de inveja de quem pode fazer greve sem perder o emprego e tem a possibilidade de lutar pelos seus direitos e pelos direitos de quem eles assistem.

Pronto, falei!



Escrito por Bia às 10h59
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Alguém? Ninguém?

Olha, sinceramente, nem sei se ainda posso me chamar de blogueira. Como nunca me chamei assim, o choque não será grande. Mas, deixei isso aqui muito de lado e tenho várias desculpas esfarrapadas (ou não) para isso.

A verdade é que estou cansada. Cansada pela obra, que acabou, mas ainda não acabou. Cansada pela viagem maravilhosa, mas exaustiva, que fiz para 2 dos meus lugares favoritos do mundo!! (como se eu conhecesse o mundo todo, hahahaha). Cansada de arrumar a casa, pq quanto mais eu arrumo, mais caixa aparece.

Aí, eu acabo ficando meio sem energia pra escrever aqui, o que é uma pena (pelo menos pra mim, pq eu amo esse cantinho!) Então, pra (tentar) recomeçar minhas atividades aqui no blog, vou ressucitar um texto que escrevi ainda no outro blog, o Holisticamente, que fala sobre esperas. Confesso, não me lembro o que eu estava esperando quando escrevi esse texto (coisa rara, sempre lembro o contexto dos meus textos), mas como estou novamente em uma fase de espera, acho que ele cabe aqui e traduz meus mais profundos pensamentos.

Esperar... se é agradável ou não, depende do q se espera e por quanto tempo. É muito relativo. Por exemplo, esperar “aquele” telefonema... vc fica ali, ao lado do telefone, praticamente cantando um mantra: “toca, telefone, toca” . Esperar a resposta da entrevista de emprego, esperar um filho chegar em casa à noite... esperas q podem ser difíceis. Há, porém, outras esperas q podem ser prazerosas. Esperar um bebê, vendo-o crescer dentro da mulher amada, esperar Papai Noel na noite de Natal qdo se tem 5 anos, esperar o primeiro dia de aula na faculdade dos seus sonhos... É... eu estou esperando... sitting, waitting, wishing...

 

“O tempo é relativo, tudo depende de q lado da porta do banheiro vc está”

 



Escrito por Bia às 21h53
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